O laudo do Instituto Médico-Legal apontou que a médica Gassí Paola Mazia sofreu 14 ferimentos provocados por golpes de faca, além de lesões no pescoço compatíveis com esganadura.


Um laudo produzido por um médico-legista do Instituto Médico-Legal (IML) trouxe novos detalhes sobre a violência sofrida pela médica Gassí Paola Mazia, de 35 anos, morta em Maringá. De acordo com o documento, a vítima apresentava 14 ferimentos provocados por golpes de faca.

A autopsia ainda aponta lesões no pescoço por esganadura. O exame também descreve diversos outros ferimentos pelo corpo. As constatações do IML reforçam a dimensão da violência empregada contra a médica e passam a integrar o conjunto de provas reunidas durante a investigação.

O laudo já foi encaminhado à Delegacia da Mulher de Maringá, responsável pela investigação do caso, e apresentado à delegada Paloma Batista que conduz o inquérito. A polícia deverá analisar o resultado do exame juntamente com os demais elementos já reunidos para esclarecer toda a dinâmica do crime.

Na quarta-feira (10), o principal suspeito de envolvimento na morte da médica Gassí Paola Mazia recebeu alta do hospital onde estava internado e foi encaminhado, sob escolta policial, para o setor de carceragem da 9ª Subdivisão Policial de Maringá (9ª SDP), onde permanece preso à disposição da Justiça.

O homem estava hospitalizado desde 5 de setembro, data do crime, após apresentar ferimentos. Assim que houve a liberação médica, ele foi conduzido para a unidade policial.

A transferência para a carceragem ocorreu um dia antes da divulgação de novos detalhes do laudo produzido por um médico-legista do Instituto Médico-Legal (IML). Conforme o documento, Gassí apresentava 14 ferimentos provocados por golpes de faca, além de lesões no pescoço por esganadura e diversos outros ferimentos pelo corpo.

O laudo já foi encaminhado à Delegacia da Mulher de Maringá e apresentado à delegada Paloma Batista, responsável pela investigação. O documento passa a integrar o conjunto de elementos reunidos pela Polícia Civil para esclarecer a dinâmica do crime.

O principal suspeito permanece preso enquanto o inquérito segue em andamento. A Polícia Civil deverá confrontar as conclusões do exame do IML com depoimentos, perícias e demais provas obtidas durante a investigação.

O caso continua sendo apurado, e novas informações poderão surgir conforme o avanço das diligências.

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